Colunas Edição de sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Cartas
Profecia
"Enchentes na Região Sudeste, terremoto no Nordeste. É, pelo visto a profecia dos maias vai mesmo se cumprir. Mas, ao que tudo indica, eles só erraram o ano. Do jeito que a coisa tá, o fim do mundo vai acontecer muito antes de 2012. E tudo culpa do homem. Não pelo fim do mundo em si, mas pela antecipação dessa tragédia. Ao invés de adotar ações para retardar o fim, o ser humano trata de apressá-lo ainda mais, poluindo rios, desmatando florestas, contaminando o ar, destruindo a camada de ozônio e matando os animais. Desse jeito, o homem prova que realmente não está apto a cuidar do mundo." Antonio Jesuíno da Silva leitor
Bancos
"Os lucros dos bancos no Brasil são fantásticos, entretanto, os serviços de atendimento aos clientes são de péssima qualidade. Isso, notadamente, nos bancos oficiais. Os bancos privados vêm atendendo à demanda de atendimento ao público, um pouco melhor. Todavia, é inadimissível que o Banco do Brasil, na Agência Centro, em Campina Grande, tenha apenas cinco caixas, no quarto pavimento daquela agência. Um número inexpressível de caixas para atender um número crescente de clientes. Isso sem falar nos novos clientes da conta dos funcionários do governo da Paraiba." Frederico Antonio de Menezes Gomes empresário
Celulares
"Assisti, recentemente, numa emissora de TV de rede nacional, que a polícia de São Paulo realizou uma operação para coibir o comércio de aparelhos celulares roubados. A ação, desenvolvida na Santa Efigênia, paraíso do comércio de eletrônicos na capital paulista, resultou na prisão de várias pessoas, acusadas de receptação. Vendo aquele trabalho, fiquei me perguntando porque a polícia da Paraíba não realiza ação semelhante em Campina Grande. É sabido de toda a população que um dos principais pontos de venda de produtos roubados em Campina Grande é o Calçadão da Cardoso Vieira. Ali se encontra de tudo, celulares principalmente. E todo mundo, inclusive a polícia, sabe que se trata de produtos roubados, pois não têm nota. Se algum cidadão que teve seu celular roubado quiser comprovar, basta ir ao Calçadão, no outro dia, e facilmente comprará seu celular, pagando um precinho módico. Mas ninguém toma providência em relação a isso. Nem a prefeitura age, proibindo o comércio ambulante em área pública. O resultado é que cada dia mais cresce o número de roubo de celulares. E esse crime vai continuar acontecendo, enquanto houver quem recepte para revender, sem que haja proibição das autoridades competentes." Juvenal Silva da Silveira leitor
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