"Estou indignado com a atitude da Vigilância Sanitária, que proibiu as barracas menores, que ficam localizadas na parte de baixo do Parque do Povo, de vender alguns pratos típicos, alegando que os locais não possuem estrutura para tanto. Contudo, as barracas que ficam logo na entrada do local e que são de restaurantes conhecidos da cidade podem oferecer qualquer prato que quiserem. Para os que não são ricos, vai ficar difícil degustar uma boa comida em barracas mais caras."
Felipe Miranda, estudante universitário
Punição
"Meu pai recebeu uma notificação do Ministério Público, porque não tinha em sua barraca, que está instalada no Parque do Povo, um documento exposto com as determinações da justiça referentes a exploração sexual de crianças e adolescentes. O problema é que a equipe do Programa Ruanda estava responsável pela distribuição dos documentos que os barraqueiros haviam pedido há dias. Agora levamos a culpa por um erro dos outros."
Luana Vilar da Silva, estudante
Sem banheiro
"Tenho frequentado o Parque do Povo neste período junino e uma coisa me chamou a atenção: a falta de banheiros químicos em pontos estratégicos. Eles só existem próximo à Pirâmide e nas escadarias ao lado do Centro Cultural. Nos portões de acesso do lado da rua Sebastião Donato não existe um sequer e acaba que as pessoas estão transformando as ruas adjacentes em 'mijódromo'. As pessoas que moram por lá devem sofrer com a fedentina."
Maria Isabel Araújo dos Santos, moradora do Santo Antonio
Segurança
"Embora tenha investido pesado para garantir a segurança dos forrozeiros, no Parque do Povo, a prefeitura está pecando em um detalhe simples, mas que pode trazer dores de cabeça futuras. À noite existe fiscalização nos portões de acesso ao QG do forró, o que não acontece durante o dia. Ou seja, qualquer pessoa pode entrar com uma arma escondida antes das 18h."
Luiz Eduardo Pereira, comerciante
IPVA
"O governo do estado disse que quem tiver débitos do IPVA até 2007 e quiser parcelar a dívida pode solicitar o direito nas agências daRecebedoria de Rendas. Mas acho que está faltando comunicação entre os órgãos, porque eu fui tentar parcelar meu débito em uma agência da Recebedoria de Rendas em Campina Grande, mas lá ninguém sabia nada sobre como proceder o parcelamento, quem tinha ou não direito a isso, etc. É preciso mais esclarecimento a respeito disso."
Sebastião Barbosa, representante de vendas
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Edição de sexta-feira, 26 de junho de 2009
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